Tenho um Homem ao meu lado que é grande...porque além de não saber, além de nunca lhe terem ensinado... é um Grande Pai!!!
Porque hoje é um dia especial, porque hoje é o teu primeiro dia...
Feliz dia do Pai...
Amo-te Vi
Até ao final deste ano, a Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, deverá contar com um centro de nascimento, um espaço preparado para receber mulheres que queiram um parto com o mínimo de medicalização.
A garantia foi dada esta quinta-feira por Jorge Branco, presidente do conselho de administração da maternidade, durante a apresentação do equipamento para o novo Banco de Leite Humano.
Jorge Branco explicou que este novo espaço será constituído por dois quartos, com banheiras que permitam às grávidas fazerem a dilatação na água, uma sala de estar («não de espera») e salas de observação. O objectivo é que as grávidas possam beneficiar de um ambiente tranquilo e familiar, ao contrário do que acontece nos hospitais. As alterações começarão logo à entrada, uma vez que as mulheres que forem para o centro de nascimento entrarão por outra porta, que não a das Urgência, garantindo maior privacidade e mais tranquilidade.
Durante o parto, as mulheres não terão de estar ligadas ao soro, nem será administrada ocitocina. Também não haverá recurso a epidural à partida. Em relação ao CTG (aparelho que mede o batimento cardíaco do bebé), a MAC irá adquirir aparelhos de telemetria (uma espécie de CTG portátil), que permitirá às grávidas caminharem durante o trabalho de parto e terem os filhos na posição que lhes for mais confortável. A grávida poderá ainda ter dois acompanhantes, durante todo o tempo, na sala de parto. A família poderá estar à espera na sala de estar.
Os profissionais de saúde que irão trabalhar neste espaço terão formação adequada para o parto natural. As mulheres terão de ser seguidas na MAC para poderem ter os filhos neste espaço. A MAC partiu para este objectivo, segundo Jorge Branco, devido à grande procura por parte das mães e a uma grande vontade dos profissionais da maternidade em tornar o parto humanizado mais acessível.
Ainda segundo Jorge Branco, o centro de nascimento poderá custar cerca de 200 mil euros. Neste momento, falta «apenas» ter o dinheiro para a obra começar. No entanto, o director da MAC está confiante de que conseguirá avançar com o projecto em breve.
Será que os irmãos do Lucas vão poder nascer naturalmente...
Ora cá está ele na sua primeira cesta na caminha do seu quarto!
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| A maternidade do Hospital de São Bernardo, do Centro Hospitalar de Setúbal, vai permitir que, a partir de Novembro, as parturientes optem pela imersão na água durante o trabalho de parto. Este projecto inovador pretende oferecer às mães, que o desejem, uma experiência diferente e um parto natural. Assim, todas as grávidas com idade gestacional superior a 37 semanas, em fase activa de trabalho de parto, com gravidez de baixo risco, podem optar pelo parto com água já a partir do próximo mês. A iniciativa foi desenvolvida pela equipa multidisciplinar da urgência ginecológica e obstétrica / bloco de partos e visa implementar um modelo assistencial que favoreça o atendimento das necessidades e expectativas das utentes e o respeito pelos seus direitos. Os objectivos do projecto são: Para a equipa de enfermeiros especialistas de saúde materna e obstetrícia do Hospital de São Bernardo que vai realizar partos com água, o nascimento deve ser encarado como um processo normal, natural e a cada mulher deve ser dada a oportunidade de experimentar um parto saudável e gratificante, independentemente da sua idade e das circunstâncias. Ou seja, “deve parir segundo os seus desejos, num ambiente em que se sinta segura, cuidada e em que seja respeitado o seu bem-estar, a sua intimidade e as suas preferências pessoais”, salientam os enfermeiros. A imersão na água, durante o trabalho de parto é um tipo de parto natural com excelentes resultados no alívio da dor em mulheres saudáveis com gravidez de baixo risco. Os benefícios da imersão na água durante o trabalho de parto, são relevantes, nomeadamente, o efeito relaxante que reduz a dor provocada pelas contracções uterinas e descontrai a musculatura do períneo. Além disso, diminuiu a necessidade de analgesia farmacológica e proporciona um trabalho de parto mais curto. | |||||||